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SECÇÃO: Colunistas


25 Mai, 06:55h

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A Coluna de Napoleao Andrade

ALUPEC: PORQUE SOMOS A FAVOR DO “C”?

Os valores cabo-verdianos estão latentes na sociedade cabo-verdiana e não precisa de caprichos africanistas e nem europeístas. Seus reflexos são manifestações culturais naturais, através dos fenómenos como a música, dança (coreografia), pintura, escultura, teatro, literatura, cinema, tradições orais, culinária, etc.

Percorridos quarteirões de anos a ler os fundadores do alfabeto luso-cabo-verdiano e precursores da língua crioula Eugénio Tavares, Pedro Cardoso, Baltazar Lopes, Ano Nobo, Manuel de Novas, Abílio Duarte, etc, etc., encontra-se nas suas obras o encanto da harmonia cultural que liga os dois povos e a aproximação de valores que fazem parte da vida quotidiana do cabo-verdiano.

A pedagogia do oprimido, muitas vezes, e por força de ódio, acaba-se por repudiar tudo que tem raiz no colonizador para, numa atitude, às vezes, sem cuidado, considerar a raça existente como um produto étnico genuíno.

Os valores da independência são relevantes para afirmação da nossa identidade, cuja origem pluriracial e multicontinental precisam de estímulos e cuidados de forma harmoniosa e equilibrada.

Lembra-se da onda proviniente da afromania, com repercussão na moda, cuja interferência na identidade, quisera alienar a própria identidade físico-biologica, com influência de alterar o cabelo loiro em crespo e na vertente cultural mudar o traje cerimonial (fato) em balalaica e o português para o segundo plano.

Os valores cabo-verdianos estão latentes na sociedade cabo-verdiana e não precisa de caprichos africanistas e nem europeístas. Seus reflexos são manifestações culturais naturais, através dos fenómenos como a música, dança (coreografia), pintura, escultura, teatro, literatura, cinema, tradições orais, culinária, etc.

Hoje obsorve-se, com grande prazer nacionalista, a grande manifestação cultural, outrora repudiada, como Batuque, Tabanca e Funana em todo Cabo-Verde. Estes valores, que são nossos, devem tomar conta dos nossos corações e, na perspectiva da diversidade na unidade, contribuir para nossa variedade cultural.

A língua como cultura precisa tomar como substância cultural os valores do ALFABETO LUSO-CABO-VERDIANO, criado na base das influências que a língua portuguesa tem dentro da formação do crioulo caboverdiano.

Ignorar estes valores culturais é violar, gravemente, os trabalhos já existentes, suas conservações e evolução na linha etimológica – única via de facilitar maior processo de ensino- aprendizagem, na perspectiva de maior abrangência lusófona.

PORQUE SOMOS A FAVOR DO “C”?

Somos a favor da continuação do “C” no alfabeto luso-cabo-verdiano, porque facilita ao educando (aluno) aprender com facilidade o crioulo e ao mesmo tempo o português.

Exemplo: com a palavra CALÇA, CASACO, CASA, CARRO, CABRA, CABRITO, CABRAL, CAIS, CASSETE, etc, etc., pode-se aprender ao mesmo tempo escrever a língua portuguesa porque equivalem semanticamente a mesma palavra, tanto no crioulo como em português.

Somos contra o “K” porque elimina tanto o “C” como “Q”.

O que podemos escrever com “Q” em crioulo, e, que simultaneamente é igual ao português? Muitas palavras, meus caros.

Exemplo: Quando se escreve em crioulo a palavra QUALQUER, QUE, QUATRO, QUADRADO, QUADRO, etc, etc., está-se escrevendo automaticamente o português. Então, porque complicar os nossos meninos no processo de ensino-aprendizagem? Há ou não há razão para dizer que o ALUPEC veio atrasar os cabo-verdianos?

De certeza o Eugénio Tavares, Pedro Cardoso, Baltazar Lopes, Ano Nobo e os nossos ilustres viventes actuais como Manuel de Novas, Morgadinho, Tito Paris, Paulino Vieira, Zeze de nha Reinalda, Betu e mais, ficarão chateados com essa matança do nosso alfabeto luso-cabo-verdiano.

Ainda levo na alma a palavra CRETCHEU, rainha de Cabo-Verde!

Napoleão Andrade

Consulte as noticias em arquivo desta secção.

Comentários dos nossos leitores
STRELA NEGRAstrelanegra_75@hotmail.com
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STRELA NEGRA Amilcar Cabral já dizia que a maior herança cultural é a língua portuguesa, veículo de comunicação capaz de estabelecer Cabo-Verde no seu mundo de diáspora. Mais do que isso, quer-se dizer que o crioulo tem que evoluir em direcção ao aperfeiçoamento, que e aproximação do português. Brasil fala hoje o brasileiro e Cabo-Verde vai falar o cabo-verdiano, seguindo o aperfeiçoamento gramatical da língua crioula, rumo ao português. Este processo “ Ca tem Tadjo” porque uma sociedade de 500.000 habitantes, onde maioria de formação técnica e profissional se efectua no Brasil e Portugal, não terá pernas para resistir o contágio necessário e natural. Pode-se trancar a porta com “K”,Y,Z, em posições contrastantes, mas o processo de falar e escrever o CRIOULO PORTUGUESADO é inevitável. Nenhuma obra editada em crioulo atingiu mais de que 2500 leitores. Compra-se o livro, muitas vezes, para ajudar a editora e o autor, mas nunca para saborear a obra. Ainda mais com a nova invenção do alfabeto, quase ninguém, estafa sua mente. Viva, Claridade, clarão de todos os tempos. POR ESSENCIA A LINGUA CRIOULA TEM VOCACAO ORIENTADA PARA O PORTUGUES E É PRECISO UMA ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA MODERNA NESTE SENTIDO PARA NÃO MATAR O VALOR SUPREMO DA NAÇÃO CABOVERDIANA. Militante de base
 
Marsianu nha Ida padri Nikulau Fereramarciano_moreira@yahoo.com
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Comentário:
Duranti 500 anu, skravizadoris/kolonialistas uza armas i tudu kasta di objetus pa kastiga-nu pa obriga-nu ser sima es. Nu pega na arma, nu da-s tiru, nu po-s fora di nos tera. Gosi ta parse es sinhor pa kontinua trabadju di skravizadoris/kolonialistas, pa defende morti di nos lingua, morti di nos identidadi, non pa nu fika ta papia ingles ki e lingua mundial, mas un lingua ki ka ta sirbi-nu kuazi pa nada. ***** Persentaji di Kabuverdianus ki sa ta forma na otus pais luzofonu ten stadu ta diminui i ta kontinua ta diminui a medida ki nos sistema di ensinu ba ta dezenvolve. **** Sima ti ki nu ba pa paizis non luzofonu, nu ta faze un mise au niveau na lingua, tanbe, si e nesesariu, nos studantis ti ki es ba pa paizis luzofonu, es ta faze un mise au niveau linguistiku. ***** Lingua purtuges ka bale nen pa fladu lingua di 5º kategoria pabia e papiadu pa menus di 3% di populason di mundu (230 milhon/7 bilion). E mentira ma lingua purtuges e lingua internasional o ma el ta permiti-nu komunika ku mundu. ***** Cabral fla ma lingua purtuges e maior eransa, mas el ka fla ma e maior kanga - ERANSA ta uzadu ti ki bu meste. Nu ka meste purtuges pa nu komunika ku nos kabesa nen ku otus konpatriota. ***** Letra C mandadu di volta pa Lisboa (djuntu ku se rabu Ç, maridu CH, fidju TCH i primu Q) pabia na purtuges letra C e kanpion na xatia garotus kabesa: alen di C ser un letra matxa-femia (el ten asves son di S, asves son di K, asves son di Q), pa kaba mata, C e maridu di son S ki ten txeu otu maridu (C, Ç, S, SS, X i Z). ***** Letra C mandadu txupa limon!
 
mrvadazmrvadaz@gmail.com
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Comentário:
Para os que nos querem impor o ALUPEC que fiquem a saber que decretar um artigo não significa oficializá-lo. Com isso quero dizer a muitos que vêm aqui exibir que o ALUPEC foi decretado em data X ou Y, que isso todos nós sabemos e muitos de nós tanto em Santiago como nas restantes ilhas, amamos o nosso querido Crioulo mas não nos simpatizamos com o ALUPEC. Ele é restrito, tem que haver uma consciência populacional, não é um decreto lei X ou Y que vai nos obrigar a aceitar essa tal teoria/conjectura. Comecei a ver a ira e raiva desses gajos que andam a fazer propagandas, estão e continuam desesperados. Cumprimentos a todos!
 
Joaquim ALMEIDA<soalmeida@free.fr>
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Artigo apresentado ,bem esplicito ,com toda logica,em todo sentido da palavra . A lingua crioula de Eugenio Tavares ,como diz Napoleao Andrade, neste artigo ,que vem atravessando,geraçoes em geraçoes ,dando o seu contributo ,como veiculo cultural ao povo cabo-verdiano ,nao se compreende as razoes que levam !!..( os seus adversàrios),duma forma incrivel,em querer modificar o seu alfabeto ,substituindo a letra "C" ,para a letra "K" ,sem se apresentar (CABALMENTE) o motivo desta modificaçao .Se como diz o nosso colunista ,STRELA NEGRA -sito as suas palavras-Amilcar Cabral,jà dizia : a maior herânça cultural é a lingua portuguesa ,veiculo de comunicaçao capaz de estabelecer Cabo Verde no seu mundo de diàspora . Agora pergunto : Se Amilcar Cabral ,heroi da independência de Cabo Verde ,apesar de todas contradiçoes,em que o levou a combater ,ao ponto de deixar a sua propria vida ,ter reconhecido que, a lingua portuguesa ,seria a ùnica excepçao à regra ,em relaçao aos outros motivos ,que o levou a combater o colonialismo ,ou seja ,no sentido positivo,Cabo Verde so guardaria ,para sua sobrevivência ,em termos culturais ,a lingua portuguesa. Nao se comprende ,esta MENTALIDADE ABSURDA ,em querer contrariar ,aquele que ,até agora nenhum cabo-verdiano pôs em dùvida a sua inteligência ; REPITO , A SUA INTELIGENCIA !!! (Um criol na Frânça) Morgadinho ;
 
Antonio AlvesAntonio.Alves@yahoo.fr
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De facto, cada vez que penso nesta ABERRAÇÃO eu percebo melhor porque é que os cabo-verdianos estão a REJEITAR essa monstro que é o Alupec, e que se fosse implementado introduziria em Cabo Verde uma CULTURA DO ATRASO e de extraoordinárias CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS (no domínio cultural, claro, mas também no domínio económico,…) Por isso, digo, FORÇA AO INTRÉPIDI PATRÍCIO SR. NAPOLEÃO que não tenho o prazer de ter encontrado.
 
Arlindo Gomesahgomes101@hotmail.com
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Estou de pleno acordo com o autor do artigo e com os quatro primeiros comentarios que antecedem. Penso que ninguem no seu perfeito juizo estara' de acordo com essa aberracao do ALUPEC que, uns poucos, querem impor aos cabo-verdianos em geral. Bem haja, Sr. Napoleao Andrade e os demais que sao contra o ALUPEC!
 
Gabriela AmadoSilvaggabybamado@hotmail.com
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Força sr. Napoleão e continue malhando pois tem muitos adeptos porque está no caminho certo . Se meia dúzia de apologista prefere o Alupec que faça bom proveito ! A propósito como se escrevem censura , sociedade , facilitar , acender , etc , etc ,em Alupec ? Parabéns por mais este artigo de reflexão . Até breve .
 
Juvênciojuvevora@gmail.com
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Mas não é só a troca do do "C" pelo "K" que o fantasma do alupek quer impor de forma DITATORIAL aos caboverdianos. Troca também: o "X" pelo "Z", o "tch" pleo "tx", o "ss" pelo "s", o "s" pelo "z", o "e" pelo "y", o "e" pelo "i", etc., isto é uma verdadeira salada. Que confusão. Esses defensores do alupek sabem que só uma meia dúzia de seus correligionários lêm o que "escrevem". A maior parte dos caboverdianos passam por cima dessa heresia que chamam "alupec" ou será "alupek".
 
Luís Fonsecaluisopt@hotmail.com
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Boa Napoleão, assim sim!
 
João Marquesbubistamarques@hotmail.com
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Até quando teremos que aturar esse "tal"de ALUPEC?O melhor e desistir devagar devagarinho porque...NÃO VÃO CONSEGUIR!Entre as ilhas,já há bastante distâncias que nos separa.Sempre assim foi,e sempre assim será!Afinal...é isso que nos une.Tão perto e tão longe!
 
Humbertojaalhum@cvtelecom.cv
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A partir de agora nós os defensores da Claridade&Cretcheu devemos ultrapassar a fase da palavra para a acção ! Podemos organizar conferências, publicar os muitos livros que estão na gavetas e porque não organizar manifestações mostrando o nosso desacordo no tocante a imposição da lingua Caboverdiana travestido de alupec... Humberto
 
Joaquim ALMEIDA<soalmeida@free.fr>
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Caro colunista Humberto ; para melhor informar ,os defensores da Claridade&Cretcheu ,segue um enderesso electronico ,que te darà informaçoes relativos a essa lingua caboverdiana ,como dizes ,travestido de alupec . <zefigueira10@orange.fr> ENCONTRO GILEANES -2009 . Caboverdianamente ; aquele abraço ; Morgadinho!..
 
Arlindo Gomesahgomes101@hotmail.com
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No meu comentario anterior, escrevi que estava de acordo com o autor do artigo e com os quatro primeiros comentarios que eram os de Strela Negra,Marvadaz, Joaquim Almeida e Antonio Alves que apareciam em primeiro lugar quando li o artigo. Nao sei como que ao ler novamente o artigo, aparece em segundo lugar o comentario do Sr.Martchiano di Nha Ida di Nho Padri Niculau Ferreira com quem nao estou, obviamente, de acordo com respeito a` materia em apreco. Fica, assim, esclarecida a minha posicao quando falei dos quatro primeiros comentarios...
 
Arlindo Gomesahgomes101@hotmail.com
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Comentário:
No meu comentario anterior, escrevi que estava de acordo com o autor do artigo e com os quatro primeiros comentarios que eram os de Strela Negra,Marvadaz, Joaquim Almeida e Antonio Alves que apareciam em primeiro lugar quando li o artigo. Nao sei como que ao ler novamente o artigo, aparece em segundo lugar o comentario do Sr.Martchiano di Nha Ida di Nho Padri Niculau Ferreira com quem nao estou, obviamente, de acordo com respeito a` materia em apreco. Fica, assim, esclarecida a minha posicao quando falei dos quatro primeiros comentarios...
 
Herminio Cruzminycruz@yahoo.com
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Bom artigo Sr. Napoleão. Que pena ainda temos muitos e muitos idiotas no nosso país que querem que atrasemos. Não podemos esquecer que mais de 90% do nosso Crioulo vem de Portugues. É parte da nossa historia, duma forma ou doutra. Não podemos afastar totalmente de Portugues. Então porque não inventar-mos o nosso alfabeto, assim como a Etiópia, Eritrea, Egipto, India, etc? Claro que é melhor para usar-mos o alfabeto Romano, assim como o mundo ocidental. Em vez de besteiras desse ALUPEC, aliás ALUPEK, deveriamos a preocuparmos que os nossos meninos aprendessem melhor o Portugues, que é o terceiro idioma mais falado no ocidental, e também começar a ensinar o Ingles desde a primeira classe, assim como India, Filipinas, Emirados Arabes Unidos, Qatar, Aruba, etc. Queremos que as nossas crianças aprendam um bom Portugues e Ingles para competirem com os melhores do mundo. Precisamos de ter bons bons medicos, engenheiros, cientistas, economistas, etc. Idiotas já temos suficiente. E com essa porcaria de "k" só vamos ter mais lixos no nosso país. Caboverdianamente, aquele abraço bem quente da Florida
 
JPGjupego@msn.com
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Um poema de Carlos Pereira (Cajuca) o autor das armas da republica de CV. CRIOLO NÔS PRATO Criolo bô é mariado bô é complicado bô é fadjado bô é ratadjado. Bô é malcriado na carcuti, bô é malandro na’ngana djenti, bô é repicado nab u combersa, ma… bô é di no‘simé. Bô é sabi na boca di povo, bô é sangui na nos veia bô é cretcheu na coraçan bô é corda di nôs alma. No ca crebo cu gramática, no ca crebo bistido janota, nu ca crebo misturado, pamô djagacida, dja bo é Bô é livre na mund’intero bai undé bu bai… caminho di cabra, ca ladrdjado topada bu ca ta da. No ta pintabo di tudo côr. no ta tomabo Cuma bu bem, no ta mastigabo cu tudo gusto, no ta lerbo di tudo manera. No crebo duspido “Kapa”, “epsilone”?... Figa canhota; ss ca ta spanta Mané Mangrado, nem librabo do má odjar Es ca chá di pa’texera, es ca grogo di nôs tripitcha, es ca mâs di qui ciganos armado di “Kapataz” Xas baradjabo cu Rei di “Kopa”, xas tentebo nab alai tchapado. trocabo?... nem cu manduco, qui fare di disafôro Criolo… bô é Cuma djagacida, temprado cu pedra sal, cuzinhado cu águ di tchuba, ferbedo cu lenha di frera. Dja bu sta purado, dja, na caldera di três pé, no ta pobu na prato di fodja, no ta sirbibu, cu codjer paduco Carlos Pereira (Cajuca)
 
Pedro Rosarosa2964@msn.com
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Ainda na minha memoria esta fresca a fraze proferida pelo actual presidente da Republica de CVerde aquando da solicitacao para a criacao do concelho dos Mosteiros, nos meados dos anos 80. Dizia ele na altura : Nhos cre concelho cu "c" oh cu "s". e so agora faz sentido esta afirmacao/pergunta do entao primeiro ministro o que me leva a acreditar que ele tambem e a favor do alupec pois pelo que disse na altura (anos 80) esta explicito no alfabetu alupekiano ou sei la o que. Na altura o Veiga, mentor do projecto alupekiano, ja tinha alguns manuscritos e penso que lhe faltava o decreto-lei do mes de Maio corrente. Estou de acordo com o Humberto - Porque nao uma conferencia a respeito? Vamos que estou nessa.
 
Mininu Mansumininumansu@hotmail.com
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ALUPEC.esta por muita gente maluca.Tenho lido todos os comentarios com muita atencao como o caso do SR.Marsianu.Usa muita agresividade a escrever.(DEUS KI KA BURRU TXIFRI.)A falar dos colonizadores como muito odio. O creolo de Cabo Verde sera sempre,PRETUGUEZADO. Se me desculmpem Neste caso o padre Nikulau Ferera escravizou cabo verde.A religiao faz parte da estrategia esclavagista .Nao ha nenhuma religiao onde existe deus,africano,mulato ou negro. O Sr. Marsianu de certeza que mora no funcu,anda de burro,nao usa,camisa,nao come bacalhau, nao bebe vinho,nao celebra o natal etc.
 

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