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SECÇÃO:
Cultura
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12 Jun,
08:19h
“NOVA ÁGUIA” APRESENTADA ESTA TARDE EM MINDELO
A apresentação em S. Vicente está a cargo de Isabel Victor, museóloga, directora do Museu do Trabalho Michel Giacometti (Setúbal), docente de museologia na Universidade Lusófona de Lisboa e membro Conselho Geral da revista Nova Águia, e por Bruno Ferro, coordenador do Arquivo Fotográfico Américo Ribeiro (Setúbal), e também membro do Conselho Editorial da revista. O Conselho Geral de Nova Águia integra alguns nomes ligados a Cabo Verde, designadamente Ana Isabel Correia e Silva, Jorge Sousa Brito, Luís Rendall Évora, Nuno Rebocho, Paulino Lima Fortes e Pedro José Silva
Mindelo, 12 Junho – É apresentada esta tarde, no Centro Cultural do Mindelo, às 17 horas, a revista portuguesa Nova Águia. Já no seu terceiro número, esta revista é suportada pela Editora Zéfiro, pela Associação Marânus/Teixeira de Pascoaes e pela Associação Agostinho da Silva, e está ligada ao MIL, Movimento Internacional Lusófono. Com ligações a Espanha, Brasil e outras áreas da lusofonia, a revista é apresentada, também hoje e quase em simultâneo, em Luanda, na União dos Escritores Angolanos.
A apresentação em S. Vicente está a cargo de Isabel Victor, museóloga, directora do Museu do Trabalho Michel Giacometti (Setúbal), docente de museologia na Universidade Lusófona de Lisboa e membro Conselho Geral da revista Nova Águia, e por Bruno Ferro, coordenador do Arquivo Fotográfico Américo Ribeiro (Setúbal), e também membro do Conselho Editorial da revista.
O Conselho Geral de Nova Águia integra alguns nomes ligados a Cabo Verde, designadamente Ana Isabel Correia e Silva, Jorge Sousa Brito, Luís Rendall Évora, Nuno Rebocho, Paulino Lima Fortes e Pedro José Silva.
Liberal sabe que está em vista a apresentação de Nova Águia na cidade da Praia, para o que ainda não há data designada. Os responsáveis pela revista estudam a melhor oportunidade para isso.
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Comentários dos nossos leitores
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| Al Binda | zefiros@hotmail.com | |
Gostei: Pouco |
Concordo: Parcialmente |
Comentário: Os caboverdianos têm que tomar a consciência deste facto e conferir à cultura o financiamento que merece e que precisa" dixit Ministro da cultura.
E’ verdade, ha que haver uma consciência de que os caboverdianos devem apostar na cultura mas nao para financiar um ministério de cultura que mais nao é do que um veículo de propaganda de um partido de cultura socialo-comunista.
Citar Adam Smith é para fazer crer às pessoas que esta cultura que temos em CV é livre e aberta. Nada mais falso, pois a cultura tem de pertencer à iniciativa privada, fundaçoes e outras sociedades liberais, o que nao é o caso em CV.
Alias é o proprio ministro que diz que o país onde a cultura pesa mais a todos os niveis é precisamente os Estados unidos terra de liberdade. Nos States nao ha ministério de cultura que é uma coisa inventada por estados nacionais despesistas, socialistas, fascistas e comunistas.
Onde ha riqueza cultural é precisamente nos países ocidentais de cultura liberal.O exemplo francês de ministério de cultura copiado nos países latinos como Portugal e exportado para Cabo Verde está esgotado, pois custa muito dinheiro ao erário pulbico, e ainda por cima serve para alimentar amiguinhos e a rede de nepotismo.
Nao é por acaso que ha um défice publico catastrofico em França, onde os sucessivos ministérios de cultura sao sempre deficitarios. Portanto, este exemplo nao serve para CV.
Ha sim que apostar no mecenato e na fiscalidade de fundaçoes e grupos diversos de iniciativa privada cultural como forma de se criar uma verdadeira economia de cultura em CV.
O MPD se ganhar as eleiçoes deve acabar com a mama dos funcionarios do ministério de cultura que nao produzem e a prova é este artigo do ministro que reconhece publicamente que o seu staff nunca reflectiu sobre esta tematica. Mas entao o que é que o ministro e sua equipa andaram a fazer todo este tempo que nao se debruçaram sobre esta questao?
Os caboverdianos andam a financiar uma equipa de cultura que nao serve para grande coisa.
Nao ha centros culturais neste país, nao ha teatros, nao ha Operas, nao ha livros, nao ha bibliotecas, nao ha orquestras sinfonicas, nao ha escolas de musica e de arte da pintura, escultura e outras artes perfomativas.
Nao ha grandes pensadores para pensar a nossa língua, as nossas artes primeiras, a culinaria, a arqueologia das nossas rochas scribidas para fazerEM o inventario dos nossos classicos das letras, artes e oficios. Nao ha uma compreensao do passado e nem tao pouco uma projecçao para o futuro, porque nao temos um pensamento arquitectónico.
Temos sim, um português Jom Prêt que manda no teatro no meu país e uma bazófia insuportavel, cujos ultimos exemplos sao as declaraçoes desses dois poetas de Santiago, José Luiz e Filinto, que querem destronar Joao Vário, Lord Byron, Goethe e todos os trágicos gregos e latinos. Mas como, my goodness?!
Mas faço aqui um parêntesis para achincalhar a gente da cultura de Soncente e do norte duma maneira geral incapaz de criar megalómanos como Filinto e José Luiz para produzirem e venderem a sua produçao como esses dois outros fazem!
Em Santiago ha muita pretensao desta nova geraçao de pseudo-homens de cultura que desprezam os nossos pré-claridosos e claridosos a querer falar de cultura e livros num deserto cultural como este que é nosso caboverdiano.
Como eu disse Filinto tem uma certa piadinha e José Luiz escreve umas coisas adaptadas das leituras literario-filosoficas que diga-se de passagem ele até tem. Mas ha que relativizar pois José Luiz vive em Portugal um país pobre em termos de cultura e onde nao ha grandes referências culturais.
Quanto ao Filinto, ele estudou e viveu nos Estados unidos, mas nunca mostrou publicamente ter um conhecimento da vida cultural americana, nunca citou grandes referências do pensamento cultural e filosofico americano e tao pouco falou-nos da riqueza das fundaçoes culturais que apoiam e financiam a cultura nos STates. Limita-se apenas a falar em escritores brasileiros e europeus sobretudo franceses e o português Pessoa, sem nunca falar nos ingleses, ele que tem uma cultura de lingua inglesa.
E’ como eu disse aqui ao lado, para quê escrever poesia hoje em dia depois das produçoes de Shakespeare, Schiller ou John Milton? Para quê perdermos o nosso tempo com imitadores (ah!Platao tinha razao!) mas de pacotilha quando tudo ja foi dito nessa matéria? Para quê adaptaçoes se temos os originais?
Conclusao: CV nao necessita de um ministro que passa a vida a querer impor-nos o seu crioulo como lingua desta terra, como Cultura para toda a gente; CV nao precisa de poetas de nenhum tipo, pois VáRIO ja disse tudo o que tinha a dizer e ainda por cima com base nos seus conhecimentos do cérebro, da neurobiologia e das neurociências cognitivas.
Ha empatia em termos de artes entre o leitor ou o amante de qualquer arte e o autor somente quando somos capazes de entender um pouco da neuroestética. Nao ha nada nos fragmentos que li daquilo que os dois noviços poetas supra-citados escreveram que nos diga que essa empatia possa existir.
Logo, o meu conselho é demitir o ministro da cultura e o resto do governo de que ele faz parte nas proximas eleiçoes e enviar para o Caizim toda a poética de quinta categoria de Filinto e José Luiz e todos os outros poetas vivos que andam a fingir criar uma obra poética em Cabo Verde. Essa gente nao sabe fazer mais nada e o que faz desse engenho é medíocre.
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| | | | Ana silva | anilina31@hotmail.com | |
Gostei: Sem Opiniao ... |
Concordo: Sem Opiniao ... |
Comentário: Verdade seja dita Undertaker/Albinda! Qdo o Sr fala sobre seriedades eu até o apoio, mas qdo ataca as pessoas na sua pessoa de Undertaker, fica como um cão raivoso.O Sr. citou aqui brilhantes ideias, que poderão ser cumprida pelos Caboverdianos. Realmente Precisamos de bibliotecas e a cultura epalhadas em cada canto de Cabo verde: precisamos de mais de 50 milhoões de livros de vários temas e as pessoas agradecem; Precisamos da ópera e músicas clássicas em Cabo verde; e precisamos do nosso antigo ministro da cultura.
Caro Undertaker/Albinda, Eu e pelo menos mais 3 pessoas classificamos o Sr. como sendo um grande poeta, mas que ao mesmo tempo se torna falso porque vive enclausurado pelo medo, pois fique a saber que é de homens como o sr que Cabo verde precisa para o desenvolvimento cultural. |
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