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SECÇÃO: Economia


23 Jul, 08:00h

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Presidente da Bolsa de Valores oferece maioria das acções à Moura Company

PROMOTORES DA “FAST FERRY” NÃO TÊM EXPERIÊNCIA NO SECTOR MARÍTIMO

É o próprio presidente da Bolsa de Valores, Veríssimo Pinto, que terá proposto, pessoalmente, à última hora, à Moura Company, a aquisição de 51% das obrigações. E, sem papas na língua, terá justificado a sua proposta, por escrito, que os promotores da Fast Ferry não têm experiência no sector marítimo

Praia, 23 Julho – Apesar da fanfarra publicitária, promovendo o lançamento das obrigações da “Cabo Verde Fast Ferry”, CVFF, (com envolvimento directo do Governo e do próprio Primeiro Ministro e o igualmente chocante e pouco curial envolvimento do presidente da Bolsa de Valores, Veríssimo Pinto), as informações que chegam apontam para um relativo insucesso da operação, enredada em muitos aspectos pouco claros. À boca pequena, diz-se que a emissão obrigacionista não colhe, nem de perto nem de longe, o entusiasmo que a fanfarra publicitária vem noticiando. E factos avulsos parecem confirmar esta noção. Segundo uma fonte bem colocada, o próprio presidente da Bolsa de Valores, Veríssimo Pinto, terá proposto, à última hora, à Moura Company, a aquisição de 51% das obrigações. E terá justificado a sua proposta, por escrito, que os promotores da Fast Ferry não têm experiência no sector marítimo.

Esta posição de Veríssimo Pinto contraria o que tem publicitado através do asemana online, nomeadamente a repartição de acções: Nelson Gee Gregor (16,0%), Agnelo Andrade (10,0%), a Sociedade Vasconcelos Lopes (10,0%), Editur (10,0%), os municípios de Mosteiros, Santa Catarina do Fogo e São Filipe (1,0% cada) e Câmara da Brava (51,0%). Trata-se assim de uma iniciativa de empresários da Diáspora nos Estados Unidos, que receberam apoio declarado do Governo e arrastaram na viagem algumas autarquias.

Aliás, em apoio do projecto da CVFF tem-se movimentado o presidente da Bolsa de Valores, numa acção pressionante sobre o mercado e inadequada à função que desempenha. Em qualquer país, mesmo dito de desenvolvimento médio, tal seria interdito, como disse a Liberal um economista, “em outras paragens, os pronunciamentos do Veríssimo no jornal A Semana seria o bastante para não se levar a sério esta Bolsa de Valores, por um lado e, por outro, para levantar uma acção disciplinar e/ou criminal contra o próprio presidente”. Veríssimo Pinto dissera a asemanaonline, três dias antes de expirar o prazo da emissão obrigacionista, que as obrigações da CVFF estavam a bater o recorde de participação de investidores na BVC, embora lamentasse não encontrar ecos nos Estados Unidos – curiosamente, o país de onde partiu o projecto e onde vivem os principais accionistas. Veríssimo explicava que isso ficava a dever-se à crise económica, como se esta não atingisse também Luxemburgo, Portugal, França, Holanda, países onde declarava ter havido enorme adesão. Não se compreende que Pinto faça essas afirmações à imprensa num dia e no dia seguinte, 21 de Julho, há dois dias de terminar o prazo da emissão obrigacionista, desesperadamente escreva à Moura Company para subscrever 51% das obrigações. Mais grave, considera os promotores de ignorantes na área.

Fazendo-se “vendedor” e angariador do projecto cabo-americano, o que não é consentâneo com a sua função à frente da Bolsa de Valores, Veríssimo foi ao ponto de criticar certas pessoas, "pseudo-empresários" segundo disse, que tentaram boicotar o projecto: “Existem em Cabo Verde alguns pseudo-empresários, de patriotismo e honestidade questionáveis porque habituados a negociatas, que estão a fazer uma intensa campanha contra a Cabo Verde Fast Ferry na expectativa de que as coisas corram mal para poderem levar à frente um projecto com barcos de mais de trinta anos de idade”.

Curiosamente, se campanha houve, não se deu por ela, nem, a haver, para tanta dispunha de meios na Comunicação para se contrapor à fanfarra publicitária da Fast Ferry. Apenas saltou para os jornais a notícia de que outro grupo de empresários imigrantes nos Estados Unidos, propunha-se iniciar em Agosto ligações marítimas entre Fogo, Brava e o resto do país, com um barco com capacidade para 580 passageiros e 600 toneladas de carga, que seria comprado no Reino Unido. Todavia, A Semana logo levantava dúvidas sobre este navio, que seria “mais velho do que o Musterus, e que nos últimos tempos estava arredado do serviço de passageiros, só transportava animais”.

DILIGÊNCIAS DE ÚLTIMA HORA

Contrariando ainda o “entusiasmo” de Veríssimo Pinto, e evidenciando algum fracasso da campanha publicitária, é o facto de o presidente da Bolsa de Valores tentar, à última da hora, arrastar para ela o Movimento para a Democracia, MpD. Veríssimo Pinto terá contactado altos dirigentes do MpD, a quem solicitou o envolvimento e empenho na concretização do negócio. O presidente da Bolsa de Valores terá procurado o empenho dos dirigentes do MpD porque, segundo disse aos contactados, muitos potenciais investidores não aderiram ao negócio porque o MpD o tem criticado, pelos contornos obscuros como nasceu a ideia de “fabricar” o Fast Ferry. Esta diligência, que Liberal confirmou, não foi, nem pode ser, desmentida pelo presidente da Bolsa de Valores.

CONTRADIÇÕES E OUTRAS COISAS ANÓMALAS

O envolvimento da Câmara Municipal da Brava é outro dos mistérios do caso Fasr Ferry, embora se compreenda que o isolamento a que está votada esta ilha justifique o seu empenhamento neste processo. É que se propala que a Câmara bravense detém 51 por cento das obrigações o presidente da Assembleia Municipal da Brava, Francisco Pinto Coelho anuncia que a edilidade da ilha foi autorizada a subscrever apenas dois por cento das obrigações da empresa Cabo Verde. Por outro lado, a ser verdade que os 51 por cento são titulados pela autarquia das ilhas das Flores, como se compreende que Veríssimo Pinto tenha proposto à Moura Company 51 por cento das obrigações da Fast Ferry?

Esta desdobrada actividade do presidente da Bolsa de Valores surpreende e leva a que economistas declarem que Veríssimo “não pode, enquanto decorre o processo de subscrição, fazer qualquer tipo de pronunciamento sobre a questão. Todo o processo promovido pela Bolsa de Valores e, pessoalmente pelo seu presidente, parece estar eivado de muitos vícios e truques que afastam qualquer empresário sério a investir no negócio. Como pode o presidente da Bolsa estar, ele pessoalmente, a pressionar políticos e empresários a investir? Isso não existe em lado nenhum”.

Consulte as noticias em arquivo desta secção.

Comentários dos nossos leitores
Melício da Fonsecamelicio158fonseca@yahoo.com.br
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Mas que grande canalhice do Veríssimo se a notícia for verdade. Mas não é só do Veríssimo. É também uma grande canalhice do senhor José Maria Neves e do senhor José Brito. Quanto terão estes senhores neste negócio? Como é isso possível senhor presidente da Bolsa de Valores? Já achava estranho a participação do senhor Primiro Ministro nas publicidades desta empresa. Agora estranho muito mais ver o presidente da bolsa de valores condicionar desta forma os investidores. Como é possível senhor veríssimo? Por favor venha dizer que esta notícia é falsa, que este jornal está a mentir, que tudo isso não passa de mera campanha de pseudos-patriotas que só querem o mal de Cabo Verde. Por favor desminta isso rapidamente para o meu sucessego. Se não o fizer, por favor peça a sua demissão imediatamente. É brincadeira demais. E se for falsa a notícia que as autoridades competentes tomem as medidas mais severas contra o jornal para que não se brinque com coisas tão sérias como esta. Há muita gente que acreditou no negócio, na seriedade dos promotores e meteu dinheiro. É muito grave o presidente ter chegado a essa conclusão de falta de experiência dos promotores e não ter cancelado a subscrição das obrigações. Caro presidente explique-se imediatamente para que essa farsa de negócio ou essa falsidade noticiosa se esclareça. Os caboverdeanos agradecem. E eu pessoalmente só ficarei feliz com uma das duas hipótese: ou o presidente se demite imediatamente se a notícia for verdadeira, ou o jornal é fortemente condenado se a notícia for falsa. Espero que se esclareça ainda hoje sem mais delongas.
 
Janitojanito@hotmail.com
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Ave Maria!!!!!!!! Mas em que pais estamos?????? Socorro!!!!!!!!! Este sistema paicv está a dar cabo de nós!!!!!!!!!! Socorro!!!!!!!!!!!!!! Veríssimo o que é isso????????? Pede a demissão imediatamente e cancele esta negociata!!!!!!!!!!!!! Di zimola!!!!!!!!!!
 
Mercano Atentom_cv@hotmail.com
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O Veríssimo é tido até agora como homem sério.Pode ser que ele como jovem quadro e no desespero do PM foi pressionado a fazer publicidade indevida para complementar a do governo e dos promotores. Uma bolsa de valores não pode envolver-se em campanhas do tipo e da forma como esta está sendo feita.Cabe aos promotores dar credibilidade ao projecto e não a BVCV.Não é a bolsa que vai gerir a empresa.Esta empresa começa com riscos imensos. A ter sucesso CVFF a TACV e Halcyon Air caiem de rastos.Nao se comprende a falata de denúncia da TACV e outras companhías marítimas.Não se pode permitir que o governo e BVCV promovam descaradamente uma empresa em detrimento de outras. Isto não é tolerável na nossa economia.Imagine se amanhã outros investidores forem fazer a mesma coisa terão o mesmo apoio.Por ex: A Moura Company?Esta quando trouxe os barcos ninguem lhe apoiou. A imagem do presidente da BVCV tem sido boa, mas acabou por ir no desespero do governo e ultimamente anda muito mal acompanhado e aconselhado. Ès jovem faça o teu trabalho técnica e educadamente.Não te deixes pressionar por forças extras.
 
João Digojogo@yahoo.com
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Espantoso. Não acredito na notícia. Melício tem razão. O Veríssimo tem que dar uma explicação urgentemente.
 
jose mendesJoseditintera@hotmail.com
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QUANTO O VERISSIMO RECEBE PELA CAMPANHA NOJENTA E ILEGAL QUE ESTA A FAZER POR ESSA EMPRESA INEXPERIENTE? O Verissimo tera de responder a estas questoes: 1. Sera verdade que realmente escreveu a Moura a quem propos a compra de 51% das accoes devido a inexperiencia dos da CVFF? Tambem foi mendigar o apoio do MpD para poder credebilizar o CVFF? Como explicar entao a noticia que veio no Asemanaonline de que a venda das accoes foi o maior sucesso havido na BV? Ou o verissimo da explicacoes ou deve ser imediatamente demitido. A Bolsa de Valores nao deve ser um joguete na mao de qualquer menino de reacados, sob pena de descredibilizar futuras accoes e cair no ridiculo. OU O VERISSIMO DA EXPLICACOES OU FICAMOS EXPLICADOS QUE ELE RECEBE COMISSOES DA CVFF OU QUE 'E UM MARIONETE NAS MAOS DO GOVERNO.
 
emigrantiemigranti@gmail.com
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QUÉM JUNTAR COM O PORCO, FARELO HÁ DE COMER!!!
 
Cidadao Atentocatento34@hotmail.com
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Verissimo sta foze um grandi trabadju na BVCV y aval di Governo e' normalisimu. O' Liberal/mpd pa kuandu nhoss ta deja di diseja sempri mal pa Cabo Verde so' pamodi nhoss ka ta konsigi nada ki ta disinvolve ess terra li. Nhoss kre BVCV di tempu di mpd/veiga/gualberto/necas marc,al? Aja sakuuuuuuuuuuuuuuu
 
Deboradsilva083@gmail.com
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O PAICV, a governar Cabo Verde desde 2001, vem prometendo e prometendo a resolução do problema das ligações marítimas entre as ilhas, prometeu até um barco que fazia a ligação entre todas as ilhas em 24 horas. Nove anos depois, com os olhos no 2011, vem forçar a criação de uma empresa de camaradas sem nenhuma sustentabilidade técnica ou financeira. Era evidente que este projecto de camaradas, patrocinado pelo Governo, não tinha pernas para andar, sabendo que, houve várias iniciativas do tipo, ignoradas, por e simplesmente, pelo Governo, pelo simples facto de terem sido iniciativas de pessoas sem nenhum tipo de ligação com o poder. O Governo e a Bolsa de Valores que arquem com as consequências deste fracasso, para poderem tomar juízo e trabalharem de forma diferente. É bom ver Cabo Verde a ganhar sim! Estaremos todos de parabéns sim! Se ou quando as oportunidades e os benefícios são para todos e não para um punhado de pessoas ou grupos que gravitam à volta dos senhores do poder.
 
Carlos Airesalberto-aires@hotmail.com
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Estranha é a forma como este Portal tem posicionado nos últimos dias, procurando de todos os lados, lançar suspeitas, sem contudo, apresentar quaisquer factos de relevo, para o efeito. - Como é que a CMB conseguiu os 51%? Não sabe (Liberal – Económico), não fale. Procura saber e nos dá informações clara; - É ilegal o empenho pessoal do Presidente da BV, porquê?! Porventura seria melhor para a Bolsa o fracasso do projecto. A par disso, queria e, provavelmente, todos os interessados, saber qual é a intensão dessas suspeitas: - Esclarecer ou ser esclarecido; - Atrapalhar e equivocar ou tão simplesmente, beneficiar ou prejudicar. É um projecto ambicioso, grandioso e inigualável que deve ser acarinhado e apoiado, pois, os benefícios são comuns, não só pela sofrida gente da Brava, como também por todos os cabo-verdianos. Termina hoje, a subscrição (espero que seja um sucesso).. e se os promotores não têm experiência na área ajude-mo-los a adquirir. Eles merecem...
 
gregorygregs89@hotmail.com
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"Mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo". Os sábios sabem o que dizem! Demissão imediata do Verissimo e Queda imediata do Governo! Eleições antecipadas já! Este é o maior escandalo, um lesa-pátria maior e jamais vivido em Cabo Verde. Só espero que JMN em desespero de causa não ordene a nenhuma empresa publica (INPS, CECV ou oiutra) a comprar as obrigações da CVFF. Neste caso seria caso de polícia. Não só faria cair o governo como teria que ir fazer companhia ao mano em S. Martinho.
 
amigodistatesamigostates@yahoo.com
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Num dos meus comentarios sobre este assunto tinha solicitado que abrissem o jogo para que o "povo sofredor" pudesse receber melhores explicacoes sobre o assunto. Mas agora pergunto: Nao era a Camara do Sr Goncalves (Brava) detentora dos 51%? Devemos recordar se nao estou em erro que a CM da Brava ja tinha dado uma entrega de 2%. Se assim e' a Moura Co. So podera receber 49%. Ou sera que houve alguma desistencia de alguns accionistas. Queiram esclarecer. Ou sera que isto e' mais uma outra forma de "baradja" cabeca confuso dos que ainda estao confundidos?
 
Mouranamora@hotmail.com
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Com a experiência que tem a Moura devia ocupar-se, já agora, da outra companhia a do barco de 580 passageiros que vem do Reino Unido em Agosto e cujos donos ainda não se apresentaram nem em CV e nem nos States. Oh Moura dê uma mãozinha aí também para Brava se desencravar.Socorroooooo Mouraaaaaaaa!!!
 
amigodistatesamigostates@yahoo.com
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"O gabinete do primeiro-ministro, José Maria Neves, em resposta a uma solicitação de Visaonews, confirmou que o governo de Cabo Verde está a negociar com o Reino de Espanha a construção de um ferry para transporte de carga e cerca de 300 passageiros. A empresa “Cabo Verde Fast Ferry” promete colocar dois barcos – a serem construídos na Holanda - na rota marítima do arquipélago. Segundo os promotores, os ferrys terão 45 metros de comprimento, com capacidade para transportar 50 toneladas de carga comercial e 158 passageiros. Visaonews anunciou que uma outra empresa pensa colocar no mar das ilhas de Cabo Verde um outro ferry com capacidade para 580 passageiros e 600 toneladas de cargas. Os empreendedores que se encontram actualmente em Cabo Verde, prometem amenizar o isolamento da ilha Brava. Este barco está sendo comprado, no Reino Unido, por um grupo de empreendedores imigrantes nos Estados Unidos, incluindo cabo-verdianos, americanos, portugueses, entre pessoas de outras origens." Politica é ca brincadera nau. (Sera aleição, ileição, eleição ó aliamento? ) Agora cu tudo ses embarcação e transporte é capaz di Djabraba fica mas um Santa Luzia.
 
Pedro Rosarosa2964@msn.com
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So mesmo em Cabo Verde. Caso fosse aqui nos Estados Unidos e conformando as noticias veiculadas pelos varios meios de comunicacao, o Presidente da Bolsa de Valores (desvalorizou) devia estar atraz das grades, ai bem perto da cidade da Praia. E que abrindo a boca, dando palpites e inclusive reconhecer o sucesso da operacao Fast Ferry, nao e proprio do cargo que ocupa. Por favor, da licenca e faca um favor a Cabo Verde - demita-se - para nao fazer mais mal a Cabo Verde. Eu disse., no comentario as investidas do Ministro que era de duvidosa credibilidade os promotores do CVFF e agora e o presidente da Bolsa de Valores a tira-los o tapete de uma forma abrupta. E a Camara da Brava como e que fica? Perdeu os 51% das accoes? E a Presidencia do Andy Andrade foi sol de pouca dura? Me expliquem e aos outros tambem porque esta nao so tornou uma djagacida, a moda do Fogo, como tambem uma papa pintada e uma catchupa pobre. Entregar a Moura Company a maioria das accoes, nesta altura em que o Primeiro Ministro e seus correligionarios lutam para que a operacao seja um sucesso, eixa-os fragilizados e sem espaco de manobra. Camilo Goncalves, meu amigo, ficou mau na Foto em confirmando a noticia e da razao a noticia veiculada a respeito da Assembleia Municipal da Brava. Muita informacao e explicacao a ser dada, a bem de Cabo Verde.
 
PPpp@hotmail.com
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Força bolsa de Valores de Cabo Verde. Cabo Verde merece jovem com tu Veríssimo Pinto, e não canalhas que só sabem criticar.
 
Cabo verdecaboverde@hotmail.com
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o verissimo nao seria capaz de fazer uma coisa desta...esta noticia com certeza é da oposiçao, é ka tem stilo de um noticia de jornalista, tem detalhes demas ki com certeza ka ta corresponde a verdade...este é um projecto muito bom para o futuro do país. untom pamod ki nos sta tenta paral?????keli ke pergunta ki debi fika no ar.força BVC força verissimo que bu sta na bom caminho...bo é un homem promisor pa desenvolvimento de CV.
 
marco paulo lopesmarquim 64@hotmail.com
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Aqui não está MPD e deixem-no em paz. Estásim as habituais trafulhices do paicv. Ainda ontem, li no on-line asemana coisas que davam como certas esta negociação e saídas da boca desse Senhor Verissimo. Pelos vistos, ele não serve para estar à frente duma instituição como a bolsa de valores. Mais uma vez, o Sr. Ministro José Maria meteu o pé na poça. É nisso que dá nomeações de camaradas. Respondam por favor, porque queremos ser devidamente esclarecidos, para que não tenhamos duvidas a este respeito
 
santiagokaka@hotmail.com
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nhos objectivo é tra verissiomo de bolsa...mas keli é impossivel...ka sta odja bolsa de valores ta ser derigido pa otu alguem...va lá parem com isso...nu djunta pa fazi algo de bom pa cv e nao pa mesquinharia e usal pa algo pessoal...que vergonha
 
Brabobadio@yahoo.com.br
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As campanhas publicitárias da CV First Faire. “é de graça é cá pá paga”. Por isso incorrectamente e indelicadamente para com os investidores e outras empresas cotadas na bolsa, o Pintinho campeia pela diáspora publicitando a emissão de um milhão e quinhentos mil obrigações CV First fairy. Imagine um fulana X investiu em 50 mil obrigações, a partir de um ano solicita antecipadamente a totalidade do seu o capital investido. Qual é o garante do reembolso? É preciso esclarecer aos investidores as características das obrigações, para o bem do mercado financeiro, realçando com objectividade a garantia do reembolso, baseado nas seguintes características: VALOR NOMINAL: valor de cada obrigação EMITENTE: nome da empresa promotora. PREÇO DE AQUISIÇÃO: preço a pagar para se adquirir uma obrigação, que pode ser diferente do valor nominal. TAXA DE JURO OU DE CUPÃO: é a taxa anual que se aplica ao valor nominal para apurar o montante do rendimento (cupão) da obrigação. PERIODICIDADE DO CUPÃO: frequência de pagamento do juro, que normalmente é trimestral, semestral ou anual. MATURIDADE: data do último reembolso de capital da obrigação. AMORTIZAÇÃO: reembolso do capital. Pode ser realizado através de um ou vários reembolsos periódicos, de valor constante ou crescente. O método mais comum é um único reembolso, a todos os obrigacionistas, na maturidade. VALOR DE REEMBOLSO: é o montante pago pelo emitente ao detentor de uma obrigação que amortiza a dívida contraída. Em geral é igual ao valor nominal e nesse caso diz-se que o reembolso é feito ao par. Caso fosse superior ou inferior denominar-se-ia, respectivamente, reembolso acima ou abaixo do par (a prémio ou a desconto). CALL OPTION: cláusula através da qual o emitente tem a opção de reembolsar antecipadamente a emissão. PUT OPTION: cláusula através da qual o obrigacionista tem a opção de receber antecipadamente o capital da emissão. JURO DECORRIDO: tempo que medeia entre o último pagamento de cupão e o momento da liquidação da transacção do título em mercado secundário. Deverá ser pago pelo comprador da obrigação ao vendedor e não está incluído no preço. RISCOS O investidor obrigacionista deve também analisar a probabilidade de incumprimento por parte de uma entidade Emitente, ou seja, a ausência de pagamento atempado dos juros e do Reembolso do capital. Daí a suposta especulação do insucesso dessa operação bolsista, na medida em que não há nenhuma possibilidade de analise real do desempenho da empresa com vista ao cumprimento atempado do pagamento de juros e reembolso do capital. Por isso que os requisitos comercias impõem o prazo de 02 anos para cotação de empresas na bolsa, facultando o investidor obrigacionista informações temporais para analise da probabilidade do cumprimento atempado de juros e reembolso por parte do emitente. Ninguém faz investimento apenas com o spot do Gylito..
 
José Carloszeca234@gmail.com
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O artigo faz muita confusão entre acções e obrigações.
 
Odjo Biboodjobibo@yahoo.com
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Pergunta: Como Surgiu a Companhia CV Fast Ferry? Sabem como? Sabiam que Fast Ferry surgiu depois da "Brava do Futuro" ter caido pelo chao, porque os melhores filhos da Brava, chumbaram o projecto? Por isso ninguem nos EUA acredita neste projecto, pois os bravenses nao acreditam neste projecto, e dos cabecilhas a frente. Ninguem da Brava vai aderir a este projecto porque os bravenses nos EUA estao fartos de promessas falsas. Investiguem e saberao da historia toda. OS MELHORES FILHOS DA BRAVA DIZEM NAO A FAST FERRY. Somente os sonhadores em se tornarem ricos com a ajuda do governo compraram esta banha de COBRA.
 
Manuel Ribeiro Pintomanuelribeiropinto@hotmail.com
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Fast Ferry Os projectos, em sectores manifestamente fundamentais da vida de um povo, normalmente, nas sociedades onde os cidadãos põem em primeiro lugar, na hierarquia axiológica, os valores povo, patriotismo, progresso, desenvolvimento, o consenso é a atitude normal dos cidadãos. E até dos sectores que formam, conformam, desformam e reformam a opinião pública, na actualidade: a comunicação social. No nosso Cabo Verde o crescimento, real mas assimétrico. do país, evidencia a despudorada falta de um critério justo na condução dos processos de desenvolvimento de todas as ilhas. Com vista a transformar esse real crescimento, porém desequilibrado, egoísta, com uma lógica que permite beneficiar apenas alguns cidadãos e algumas ilhas, em detrimento de outras, num desenvolvimento harmonioso, sustentado, em prol dos cidadãos, dos cidadãos de todas as ilhas, é preciso uma maior intervenção do Estado, o qual terá que actuar em situações, pontuais talvez - se isso incomoda, e incomoda, como sabemos, àqueles que já andam de cavalos bem alimentados - e em momentos precisos. Esta guerra de interesses sem quartel,- mas, paradoxalmente, com os quarteis devidamente identificados - à volta do projecto Fast Ferry, é sintomática. Os ruídos são demasiados estridentes para não serem ouvidos logo e à distância. Desde a independência de Cabo Verde - para não remontarmos aos obscuros tempos coloniais - se vem pondo com crescente acutilância as reais necessidades de um sistema credível de transportes marítimos de passageiros e mercadorias da Brava para as outras ilhas, nomeadamente para o Fogo e Santiago e destas para a Brava, de forma a que, essa pequena, mas importante ilha, possa retomar a posição que já teve no contexto da História de Cabo Verde. A Brava é, talvez, uma das ilhas de Cabo Verde que mais tenha sofrido desde as desastrosas medidas administrativas coloniais do malfadado Estado Novo. Desde a fatídica ascensão ao poder desse regime em Portugal, com as necessárias, e ainda, mais gravosas repercussões na, então, colónia de Cabo Verde, vem, a Brava, perdendo, progressivamente, a importância que vinha tendo, de há muito, no contexto da heróica história de Cabo Verde. Não fosse a bravura dos seus ilustres filhos – não é por acaso que são filhos da Brava – dignos irmãos dos de outrora, como afirmou o poeta, a rasgarem a palavra medo e a afrontarem o mar sem fundo e os caminhos de Dakar, Brasil, Argentina, América do Norte e por aí fora, talvez não estivesse eu, aqui, neste momento, a riscar estas nebulosas palavras e a exigir, sim, a exigir, que ao menos, seja respeitada a memória daqueles bravenses que deram a sua vida, lá fora, mourejando para que os seus filhos pudessem ter, um dia, aquilo que, sendo o seu maior desiderato, nunca puderam realizar: viver na sua terra, com os seus filhos, com a sua família, viver e morrer na sua terra natal. Mas a história da Brava será contada um dia. Voltemos, porém, ao caso que motivou este desabafo. Todo este alarido à volta do Fast Ferry, um projecto que, parece, tem condições para tirar a Brava de um isolamento de décadas, não me parece curial. Se até bem pouco tempo, nem um barco era possível disponibilizar, quer da parte do Estado – que não só tem esse dever, como é sua, essa obrigação, - quer da parte dos privados, que viam nessa carreira da Brava um poço sem fundo de prejuízos, irrecuperáveis, como pode acontecer, de repente, aparecerem vários concorrentes “abalizados”, prontos a arcarem, naturalmente, com os “enormes prejuízos” que essa carreira da Brava possa vir a acarretar? Parece realmente que andam a brincar com a população da ilha Brava que não tem um único meio de transporte idóneo, até para qualquer emergência, como é natural que disponha, qualquer população isolada numa ilha. Este meio de transporte é um DIREITO que assiste aos bravenses. Não é favor nenhum deste ou daquele partido, ocasionalmente, no poder. A desfaçatez com que tratam, jornalisticamente, este caso é de bradar aos céus. Vale tudo e tudo é lícito desde que “ o meu partido” vença a empreitada. Que bom dizer, claramente, isto, como digo: Defendo, apenas e só, a população da minha terra.Da minha ilha. Não conheço qualquer dirigente da Fast Ferry, não tenho qualquer interesse pessoal no referido projecto. Nem em qualquer outro. Não defendo a posição deste ou daquele partido.. Não preciso de encostos, não preciso de favores deste ou daquele, para viver. Posso falar à vontade que ninguém tirará o pão aos meus filhos, receio fundamentado, em muitos, como deixa transparecer o diálogo Pirolito – Sacador, no interessante sketch recentemente publicado na Bravanews. É me absolutamente indiferente que seja este ou aquele partido a ter o privilégio de pôr a funcionar uma carreira Brava – Exterior – Brava. É me, em termos pessoais, absolutamente indiferente que seja o Estado ou sejam os privados a efectivar esse já inadiável projecto. O importante é que, efectivamente, se resolva a questão de uma vez por todas. Uma carreira, com barcos seguros, rápidos, regulares, e com todas as condições para transportar passageiros e mercadorias. Embora não deixe de ver que para os reais e verdadeiros interesses da Brava, de Cabo Verde, os projectos que dizem respeito aos sectores estruturais do estado – e penso serem os transportes marítimos num pais arquipelágico um sector estrutural, - devem ser objecto de um consenso alargado que, no caso em apreço, teria que juntar a maior boa vontade dos dois paridos do regime, de forma a não haver essa ridícula discussão de quem vai levar os louros senão, para o povo, para a população que os partidos devem servir . Porém, deixando esses assuntos essenciais nas mãos de privados dificilmente terá o Estado qualquer possibilidade de intervir. No caso concreto, digladiam-se os partidos, favorecem-se ou impedem-se os mesmos favorecimentos a estes ou aqueles e quem fica prejudicada é a população, é o povo, é o país. Para quando afinal a resolução definitiva do problema dos transportes marítimos para e da Brava? Ficou, meridianamente, provado, agora, que a carreira em causa não trás prejuízos. Ou será que andam os privados a cata de prejuízos? Ou pura e simplesmente, a má fé anda a campear por aí, fazendo com que alguns andem a tentar prejudicar aquilo que viria a ser um bem incalculável para o progresso da ilha Brava? Basta! É já tempo de realizações visíveis na ilha Brava, de forma, a que, esta, possa acompanhar o desenvolvimento que se tem vindo a verificar na maior parte das ilhas de Cabo Verde. Para o bem da Brava. Para o bem de Cabo Verde. Manuel Ribeiro Pinto
 
gregorygregs79@gmail.com
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Como é que a CMB conseguiu os 51%? Não sabe (Liberal – Económico), não fale. Procura saber e nos dá informações clara; ----------------------------- A CMB NÃO CONSEGUIU NEM A AMB APROVOU A PARTICIPAÇÃO EM 51% (51 MIL CONTOS) DA CMB NA CVFF (VEJA A DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE DA AMB). ESTÁ PROVADO! -------------------------------------- - É ilegal o empenho pessoal do Presidente da BV, porquê?! PORQUE A BVC É ENTIDADE REGULADORA E DEVE REGER DENTRO DAS SUAS COMPETÊNCIAS E ZELAR PELA LEGALIDADE E TRANSPARÊNCIA DOS NEGÓCIOS FEITOS NA BOLSA. ADEMAIS O PRESIDENTE DA BVC NÃO DEVE TOMAR PARTIDO NEM FAZER PROPAGANDA EM BENEFÍCIO DE QUALQUER EMPRESA NA BOLSA SOB PENA DE PROMOVER CONCORRENCIA DESLEAL. IMAGINA SE A MOURA CO. ENTRAR NA BOLSA COM O MESMO PRODUTO. O PRESIDENTE DA BV FARIA PROPAGANDA A SEU FAVOR EM PREJUÍZO DE OUTRA EMPRESA NO MERCADO? COMO FICA O SR. PRESIDENTE DA BVC QUANDO EVENTUALMENTE TIVER QUE TOMAR MEDIDAS EM CASO DE INCUMPRIMENTO OU TRANSGRESSÃO DA EMPRESA CVFF AOS REGULAMENTOS DA BVC? ----------------------------------------------------------- Porventura seria melhor para a Bolsa o fracasso do projecto. A par disso, queria e, provavelmente, todos os interessados, saber qual é a intensão dessas suspeitas: - Esclarecer ou ser esclarecido; - Atrapalhar e equivocar ou tão simplesmente, beneficiar ou prejudicar. ------------------------- É FUNÇÃO DOS ORGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL INFORMAR E FORMAR OS CIDADÃOS. NESTE ASPECTO O LIBERAL ESTÁ A CUMPRIR COM O SEU PAPEL DE NÃO SE ALIENAR DE UM CASO QUE É DE INTERESSE NACIONAL, TENTANDO ESCLARECER A OPINIÃO PÚBLICA E POTENCIAIS SUBSCRITORES DOS CONTORNOS DO NEGÓCIO E SEUS RISCOS. SE HOUVER FRACASSO É PORQUE O NEGÓCIO E A NEGOCIATA NÃO CONVENCERAM E NÃO TERIA NADA A VER COM A BVC SE ELA NÃO TOMASSE PARTIDO NUM NEGÓCIO PRIVADO CUJA RESPONSABILIDADE DEVERIA SER DOS SEUS PROMOTORES E PADRINHOS. MAS, IMAGINE QUE TUDO CORRA BEM COM A SUBSCRIÇÃO E O NEGÓCIO FALHE. QUEM SERÃO OS PREJUDICADOS? VERISSIMO? JMN? GOVERNO? NÃO! OU TALVÉS! OS VERDADEIROS PREJUDICADOS SERÃO AS PESSOAS QUE LÁ COLOCARAM AS SUAS POUPANÇAS, NÓS OS CONTRIBUINTES QUE FOMOS OBRIGADOS A COLOCAR 100.000.000$00 NUMA EMPRESA INEXISTENTE, A POPULAÇÃO DA BRAVA QUE TERÁ QUE CONTINUAR A SOFRER COM O ISOLAMENTO. --------------------------- É um projecto ambicioso, grandioso e inigualável que deve ser acarinhado e apoiado, pois, os benefícios são comuns, não só pela sofrida gente da Brava, como também por todos os cabo-verdianos. O ESTADO TEM RESPONSABILIDADES NO SECTOR DOS TRANSPORTES. É UM PROJECTO AMBICIOSO, NECESSÁRIO, IMPRESCINDÍVEL, SIM SENHOR! ENTÃO PORQUE É QUE NÃO É O ESTADO A ASSUMIR ISSO? PORQUE ENTÃO NÃO LANÇOU UM CONCURSO PÚBLICO PARA AS EMPRESA INTERESSADAS CONCORREREM AOS 100 MILHÕES PARA DESENVOLVEREM O PROJECTO? PORQUE NÃO SUBSIDIA A ROTA E DEIXA O MERCADO FUNCIONAR?------------------------------------------------------ Termina hoje, a subscrição (espero que seja um sucesso).. e se os promotores não têm experiência na área ajude-mo-los a adquirir. Eles merecem... PODEM ATÉ MERECER. NÃO ENTRO POR AÍ. MAS, VOCÊ DE CERTEZA QUE NÃO INVESTIU! NÃO CREIO QUE INVESTIRIA NUM NEGOCIO QUANDO SABE QUE OS PROMOTORES NÃO PERCEBEM PATAVINA DO NEGÓCIO. QUANDO SABE QUE OS BANCOS NÃO FINANCIARAM O NEGÓCIO PORQUE OS PROMOTORES NÃO LHES DÃO GARANTIAS DE CAPACIDADE PARA DESENVOLVEREM COM SUCESSO O NEGÓCIO. QUANDO SABE-SE QUE OS PROMOTORES NÃO TÊM MEIOS FINANCEIROS (SÃO TESOS) PARA AVALIZAREM UM NEGÓCIO DESTA ENVERGADURA. --------------------------------------- O PRESIDENTE DA BVC DISSE SIM QUE OS PROMOTORES NÃO POSSUEM EXPERIENCIA NO SECTOR (NADA QUE TODO O MUNDO NÃO ESTÁ CARECA DE SABER)! -------------------- O PRESIDENTE DA BVC OFERECEU SIM À MOURA CO., A DOIS DIAS DO FECHO DAS SUBSCRIÇÕES, 51% DA SOCIEDADE. ELE NÃO TERIA A CORAGEM DE DISMENTIR! O PRESIDENTE DA BVC TENTOU ALICIAR, SIM SENHOR, PESSOAS DO MPD E SEUS DIRIGENTES PARA FAZEREM CAMPANHA PARA A CVFF. PODE ATÉ NEGAR MAS FICA-LHE FEIO! --------------------------------------- PODE ATÉ ESTAR A HAVER CAMPANHA CONTRA ESTE NEGÓCIO E PRINCIPALMENTE CONTRA ESTA NEGOCIATA. PERGUNTO SE NÃO É NORMAL? IMAGINA QUE OUTRA EMPRESA TEM INTERESSE NO SECTOR. NÃO É LEGITIMO QUE ESTE PRETENDA QUE ESTE NEGÓCIO FRACASSE? AINDA POR CIMA QUANDO O MERCADO ESTÁ SENDO DISTORCIDO COM CAMPANHAS E COMPADRIOS INQUALIFICÁVEIS EM BENEFÍCIO DE UNS PÉS-RAPADOS SEM QUALQUER EXPERIENCIA E CONHECIMENTO DO SECTOR!
 
Diprietodiprieto@hotmail.com
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Não é possível que tal esteja a acontecer num país democrático? Como é possível que o Presidente da Bolsa de Valores considere que tem o direito de colocar na praça pública uma situação destas? O que está a fazer o governo da Nação? Meus senhores! Cabo Verde é uma republica democrática e parlamentarista. O governo é baseado na constituição! E seria bom que o executivo e todos os organismos nacionais não se comportassem como um conjunto de Senhores da Terra com poder absoluto! Não foi para isto que refizemos a historia do país e demos ao povo o direito de decidir o seu próprio destino! Exigimos respeito! Fomos nós que vos elegemos……
 
Manuel Piresmanuelpires2@hotmail.com
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Não é possível continuar a assistir a um conjunto de declarações contraditórias que revelam a mais completa falta de bom senso, na forma de gerir os interesses públicos. Sim… públicos e não privados! O circo montado em redor deste assunto deixa claras as fragilidades das diferentes direcções dos organismos públicos cabo verdianos… a começar pelo governo do país! Com tantas carências económicas e sociais… em vez de resolver, os decisores complicam, embrulham e misturam interesses! Em nome de quem… ou do quê… se chega a esta situação! De tão absurda é preocupante. Não apenas para o que representa para cada um de nós, como também para o que implica na imagem do país perante os seus pares.
 
Melício da Fonsecamelicio158fonseca@yahoo.com.br
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Mas que grande canalhice do Veríssimo. De manhã dizia eu que seria uma grande canalhice do Veríssimo se não dismentisse esta notícia. Andei o dia todo colado à rádio. Consultei várias vezes as páginas dos jornais, ouvi o jornal da tarde da TCV, o repórter da RTP África e nada do Vreríssimo. Não disse nada. Agora devo dizer que canalhice Veríssimo. Tundo indica que o Liberal está certo, que o senhor escreveu mesmo à Moura Company. Que canalhice sua. Peça a demição por favor para que eu continue a acreditar na sua honestidade intelectual. Sempre pensei que fosse pessoa séria. Por favor não me decepcione. Foi pressionado pelo PM como alguém disse aqui? Acredito. Cometeu um erro? Acredito. Mas para ter a certeza que é homem honesto, peça demissão. Fico a espera para ver se és o que sempre pensei de si.
 
José Pedro DelgadoDjosa@sapo.cv
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Não conheços os meandros do negócio, mas confirmar que o Presidente da BVCV proferiu tais declarações, com as operações em curso, embora as obrigações tenham um valor de face fixo, as ditas declarações poderão ser encarradas como especulativas. Fosse uma operação de venda de acções e não de obrigações, as declarações do Veríssimo faziam artificialmente subir a cotação das mesmas. Mas mesmo tratando-se obrigações, o Veríssimo está a ser obrigado a fazer coisas diferentes daquelas que, eventualmente ele aprendeu na faculdade de Economia.
 
BROKER DE PROSSISÃOnajmoreira@hotmail.com
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O que querem que o Verissimo pode fazer? Se ele mesmo nunca trabalhou directamente nas Bolsas de valores. Minha gente podemos ate disser que ele foi activo, com ajudas dos seuis professores portugueses, mas pergunta para ele se é Broker, Diler ou trader!!!Não ele nunca participou no mercado.Ainda mais tenta manipular e monipolizar tudo sobre as suas asas.Isso é so um começo.Porque Cabo Verde não se junta para fazer.Apareceu um Trader formado na Bolsa de Valores logo no inicio, mas ele desfe-se do Gajo que é bom e ja sabe lidar com o melhor mercado do mundo, FOREX.Este tecnico como tem tambem outra profissão não percepitou.Disse ele ainda vamos ver o sistema que o Virissimo implantou.Bolsa não propaganda , nem Casino , mas sim uma instituição que regula mercado financeiro bastante promessor e com grande risco.
 
José Pedro DelgadoDjosa@sapo.cv
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O licenciado em Economia Veríssimo está a pagar favas pelo seu primeiro emprego, e logo que emprego? Para se compreender a missão, o drama e as dificuldades do nosso jovem "pinto", imaginem o seguinte cenário: nos USA um fulano que sai da universidade com uma graduação (não um mestrado nem doutorado em Economia). Certo? O moço não vem nem da Harvard, nem da MIT ou Standard, certo? No dia seguinte à sua chegada à Wall Street, o moço, com ares de esperto é convidado pelo governo dos USA, do Obama para ser CEO (Chief Executive Officier) da Bolsa de Nova York (New York Stock Exchange), certo? Não, Errado! Nos USA o governo não tem competência para nomear ninguém nas várias bolsas de valores existentes nos 50 Estados Federados. Errado porquê? Bolsa é privada e serve para as empresas livremente, sem a intervenção do Governo trocarem livremente de activos e passivos, de modo transparente. Errado porquê? Porque, nem mesmo habilitado com um Doutorado em Economia numas das três melhores Universidade do Mundo, o garoto teria como seu primeiro emprego NUNCA, mas NUNCA a Presidência da Bolsa de Nova York. Agora, o problema é ideológico. Porquê? Germano Almeida e outros activistas do Paicv convenceram o JMN de que o MpD era neo-liberal. Aí, o JMN cercado de alguns novatos, se deram ao serviço de "inventar" um novo capitalismo. Digamos, um capitalismo socialista, à imagem do Paicv. Resultado, asneiras em cima de asneiras sobre coisas que estão inventadas desde a Adam Smith. Além do mais, Cabo Verde não pode estar a inventar nada, até porque não! O mercado de capitais é uma das matérias mais sensíveis do curso de Mestrado e Doutorado em Economia, e por isso JMN não pode estar a orientar o Pinto sobre como agir.
 
Jota pina Lobojotapina@yahoo.com
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Mas que grande safadeza deste governo e do presidente da CMB? Alguem pode explicar se sao compadres ou cumadres? este sr. Jose Brito vai levar CV a bancarrota com a sua teimosia. O homem me decepcionou. E mesmo um burro teimoso, e com isso levou O PM a cometer a maior disparate da sua vida e de governante. Que vergonha sr PM!!!
 
Jose Costacosta17e@macau.ctm.net
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Eu estou no estrangeiro há muitos anos e embora va lá quase todos os anos estou um pouco fora da realidade caboverdeana, nomeadamente das plitiquices e negociatas. Procuro no entanto passar uma vista de olhos quase diariamente pelos jornais de modo a inteira-me um pouco da realidade política, económica e social. Não sou do PAICV nem coisa que se pareça, leio o Libreal com frequência, mas há uma crítica que não pode deixar de ser feita a este diário online. É que, tirando os colunistas, não separa a notícia da opinião o que é grave no jornalismo. É o caso deste artigo onde a notícia e a opinião misturam-se de uma forma perigosa. Para além do mais a notícia não parece fazer muito sentido na medida em que a aquisição de obrigações não confere qualquer direito, pelo menos no imediato (pois há casos em que as obrigações podem ser futuramente convertíveis em acções), ao titular de interfeir nas decisões da empresa. A notícia da proposta e ntervenção (ilegal) do presidente da Bolsa só faria sentido se o que estivesse em causa fossem acções da empresa e aí sim, se a Moura Company adquirisse essa percentagem poderia levar o seu Know how à empresa. Tratando-se de obrigações não faz qualquer sentido. Abraço a todos
 
Marcaotouatento@gmail.com
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Parece que o sucesso ou a perspectiva de sucesso que a CVFF vem tendo tá a incomodar muita gente. Antes todos reclamavam o deficiente serviço de ligação marítima entre as ilhas, principalmente Brava. Agora que aparece algo que parece ser credível a turma do contra começa a "mandar bocas". Vamos criticar aquilo que está mal mas vamos apoiar aquilo que parece ser bom para o país. Só não comprei obrigações da CVFF pq não tenho dinheiro.
 
Marcaotouatento@gmail.com
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Uma pequena recomendação ao Liberal. Vê se limita o tamanho do texto dos comentários. Há pessoas que têm aqui autênticas colunas de exposição de opiniões. Recomendo que criem os seus blogs e expressem as suas opiniões. Há comentários que parecem verdadeiras dissertação de mestrado
 
jose manuelon2you@comast.net
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e a moura company e os cabo verdeanos americano que tem este novo ferry coprado de 580 passageiros. eles estao a bricar e noa esta cerio para comprar 51 percento de di nada. o cvff e um grade scandal. voves noa ver nada ainda. pertuna mais pergunta. que passou agora con of gregor e andi andrade que nao ten experencia... como que consiguir ten o povo enganado
 

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