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SECÇÃO: Geral


6 Ago, 12:26h
Situação desesperante… e vergonhosa

CIDADE DA PRAIA À MÍNGUA DE ÁGUA POR INCÚRIA DA ELECTRA

Liberal tem conhecimento que no Hospital Agostinho Neto está a ser registado aumento de casos de diarreias e outros problemas intestinais que, de alguma forma, têm a ver com a impossibilidade de cumprimento de normas higiénicas básicas. Sem água, não há higiene alguma que possa existir. Eis mais algo que os praienses devem a esta gestão da ELECTRA

Praia, 6 Agosto – O flagelo da seca nas torneiras continua a martirizar diversos bairros da cidade da Praia. A avaria numa bomba que extrai água do mar para a dessalinizadora veio demonstrar que a ELECTRA não está capacitada para enfrentar situações de emergência, resultantes de avarias sempre possíveis dos seus equipamentos: o cálculo de riscos não está feito, nem a empresa está preparada para dar respostas em situações extremas. Por outras palavras: a gestão da ELECTRA é uma nódoa, apenas possível pela impunidade em que a empresa tem vivido, sob complacente e desastrosa cobertura do Governo. Também só possível pela inexistência de concorrência no mercado.

Em consequência, a ELECTRA que, em situações de aperto, se habituou a substituir a electricidade pelo apagão, em termos de abastecimento de água… especializa-se na distribuição da seca.

À falta de capacidade reactiva por parte das associações de consumidores, parecem começar a surgir cidadãos a preparar-se para vir reclamar chorudas indemnizações à ELECTRA por incumprimento dos seus contratos. A concretizar-se, será uma iniciativa normal em países civilizados, de desenvolvimento mínimo, médio ou máximo: noutro país, uma empresa como a ELECTRA estaria a estas horas a pagar caro o que não lembraria nem ao diabo – deixar à seca a capital de um país.

Liberal tem conhecimento que no Hospital Agostinho Neto está a ser registado aumento de casos de diarreias e outros problemas intestinais que, de alguma forma, têm a ver com a impossibilidade de cumprimento de normas higiénicas básicas. Sem água, não há higiene alguma que possa existir. Eis mais algo que os praienses devem a esta gestão da ELECTRA, .

Consulte as noticias em arquivo desta secção.

Comentários dos nossos leitores
carlaelcarlafernandes@hotmail.com
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QUE SITUAÇÃO VERGONHOSA!!!!
 
Gabriela AmadoSilvagabybamado@hotmail.com
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Quem deveria pagar as despesas de saúde em caso de diarreias devido à falta de àgua seria a Electra , mas infelizmente quem paga a factura são os contribuintes O sr engenheiro foi à televisão e timidamente pediu desculpa à população pelo incómodo causado , só que desculpa não paga a dor . A concorrência deixa muita falta ! Dá mau aspecto para quem está longe vendo filas intermináveis de pessoas com as suas latas e vasilhames para conseguirem água para cozinhar e a higiene deve ser feita a gato , isso não é admissível num país de desenvolvimento médio ! Até breve !
 
FARPASluslashark@gmail.com
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A gestão da ELECTRA tá claro, é da responsabilidade do Governo! É assim, pelo bom e pelo mau que o serviço de fornecimento de água e energia possa representar aos olhos do cidadão. Como dizia alguém, o pior cego é aquele que não quer ver! Por sucessivos erros de gestão e de planeamento, é este o fenómeno que grassa um pouco por todo o país, noutros domínios da economia e da gestão da coisa pública. Vide o caso flagrante da TACV, onde, somente os olhos do Governo e dos seus fiéis bajuladores, se pode considerar que a coisa vai bem! É uma vergonha! Temos um governo amador, que prefere viver de propaganda, para alimentar o espírito de quem devia representar com dignidade: OS CIDADÃOS, NÃO CIDADADÕES! Daí que tirar ilações sobre o desempenho da Electra deve ser adjudicada a este governo que infelizmente temos que gramar, apesar da panóplia de irregularidades, pequenos e grandes pecados e de incompetências mil com que nos vem habituando, infelizmente! A ver vamos, como dizia o meu amigo Júlio Correia. Afinal, há que cobrar e a gente está cansada de amadorismos, não é mesmo?!
 
Manuel Caladomanuel.calado@hotmail.com
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O problema é que a ELECTRA não é de facto uma empresa com um Conselho de Administração que, com autonomia, pode traçar um plano de investimentos, um plano de manutenção e todas as demais políticas de gestão de que uma empresa precisa de prosseguir para manter uma actividade regular, fornecendo produtos e serviços de qualidade e sendo remunerada. A ELECTRA não é uma empresa bancável e só com o aval do Governo pode obter os financiamentos que precisa. Estes financiamentos vêm quando vêm e não só programáveis no tempo. Mesmo com estas limitações as coisas poderiam correr melhor se não fosse a intromissão do Governo, directamente pela Ministra mas também através da DGIE e do PEAS. Hoje todos os projectos de Investimento em Santiago são controlados pela DGIE/PEAS e não pela ELECTRA, não se percebe porquê (ou talvez se perceba se atendermos aos montantes em jogo). O aumento da capacidade de dessalinização anda para acontecer há anos e sobressalentes de reserva essenciais são cada vez mais escassos. Mas também não houve preocupação em garantir capacidade de armazenamento de água dessalinizada para pelo menos dois dias de consumo. Isso pouparia aos consumidores serem afectados por muitos pequenos problemas que surgem no dia-a-dia. Mas de facto o investimento só por si não basta. É preciso que a empresa funcione e tal não acontece. Não há uma cadeia hierárquica que funcione. Muitos técnicos não sabem o que a empresa espera deles. A deslealdade grassa por toda a empresa (não confundir lealdade com subserviência) e a corrupção aumenta a olhos vistos e a ELECTRA está uma empresa sem rei nem roque. No processo de detecção de fraudes em curso já foram detectados mais duma dezena de casos em que os apanhados a roubar são trabalhadores da empresa. Curiosamente ninguém foi despedido nem sequer foram efectuados processos disciplinares por roubo à entidade patronal, (roubo que nos atinge a nós todos consumidores que pagam as suas contas). A empresa não consegue cobrar o que factura. Os Sectores Publico e privado estão completamente impunes. Não pagam e não lhes acontece nada, nem sequer caiem em lista de corte. Corre na Praia, que quando uma pessoa, uma empresa e até uma entidade pública não quer pagar, a Didi resolve. Essa zelosa funcionária da empresa anula o contrato em dívida e faz outro contrato para o mesmo local de consumo no nome doutra pessoa ou entidade. A empresa fica com a dívida e sem meios de actuação excepto o recurso aos tribunais, e o devedor fica com energia sem possibilidade de ser cortado se começar a pagar. Os valores de que se fala para estas dívidas são de largas centenas de contos atingindo o milhar nalguns casos. Não são é públicas as contrapartidas de tanta generosidade. Consta que há entidades públicas que já recorreram ao processo. A empresa só não toma conhecimento destes casos se não quiser, pois todas estas operações ficam registadas no sistema comercial da empresa.
 
Manuel Caladomanuel.calado@hotmail.com
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O problema é que a ELECTRA não é de facto uma empresa com um Conselho de Administração que, com autonomia, pode traçar um plano de investimentos, um plano de manutenção e todas as demais políticas de gestão de que uma empresa precisa de prosseguir para manter uma actividade regular, fornecendo produtos e serviços de qualidade e sendo remunerada. A ELECTRA não é uma empresa bancável e só com o aval do Governo pode obter os financiamentos que precisa. Estes financiamentos vêm quando vêm e não só programáveis no tempo. Mesmo com estas limitações as coisas poderiam correr melhor se não fosse a intromissão do Governo, directamente pela Ministra mas também através da DGIE e do PEAS. Hoje todos os projectos de Investimento em Santiago são controlados pela DGIE/PEAS e não pela ELECTRA, não se percebe porquê (ou talvez se perceba se atendermos aos montantes em jogo). O aumento da capacidade de dessalinização anda para acontecer há anos e sobressalentes de reserva essenciais são cada vez mais escassos. Mas também não houve preocupação em garantir capacidade de armazenamento de água dessalinizada para pelo menos dois dias de consumo. Isso pouparia aos consumidores serem afectados por muitos pequenos problemas que surgem no dia-a-dia. Mas de facto o investimento só por si não basta. É preciso que a empresa funcione e tal não acontece. Não há uma cadeia hierárquica que funcione. Muitos técnicos não sabem o que a empresa espera deles. A deslealdade grassa por toda a empresa (não confundir lealdade com subserviência) e a corrupção aumenta a olhos vistos e a ELECTRA está uma empresa sem rei nem roque. No processo de detecção de fraudes em curso já foram detectados mais duma dezena de casos em que os apanhados a roubar são trabalhadores da empresa. Curiosamente ninguém foi despedido nem sequer foram efectuados processos disciplinares por roubo à entidade patronal, (roubo que nos atinge a nós todos consumidores que pagam as suas contas). A empresa não consegue cobrar o que factura. Os Sectores Publico e privado estão completamente impunes. Não pagam e não lhes acontece nada, nem sequer caiem em lista de corte. Corre na Praia, que quando uma pessoa, uma empresa e até uma entidade pública não quer pagar, a Didi resolve. Essa zelosa funcionária da empresa anula o contrato em dívida e faz outro contrato para o mesmo local de consumo no nome doutra pessoa ou entidade. A empresa fica com a dívida e sem meios de actuação excepto o recurso aos tribunais, e o devedor fica com energia sem possibilidade de ser cortado se começar a pagar. Os valores de que se fala para estas dívidas são de largas centenas de contos atingindo o milhar nalguns casos. Não são é públicas as contrapartidas de tanta generosidade. Consta que há entidades públicas que já recorreram ao processo. A empresa só não toma conhecimento destes casos se não quiser, pois todas estas operações ficam registadas no sistema comercial da empresa.
 
Arlindo Gomesahgomes101@hotmail.com
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Eu diria: "eis mais algo que a gestao da ELECTRA deve aos praienses". Alias, a meu ver as dividas da ELECTRA para com os praienses e nao so'os prainses, sao impagaveis. A ELECTRA devia ser desfeita e em seu lugar criar pura e simplesmente uma nova Empresa com gente capaz.
 
João Coimbracamarada2@sapo.cv
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ESTE GOVERNO NÃO PERCEBEU AINDA QUE O LIBERALISMO NÃO É SINÓNIMO DE AMIGUISMO OU DE SACO AZUL. NO OUTRO DIA DISSE QUE A CULTA É DO GOVERNO NA PESSOA DA ELECTRA E QUE O ACTUAL DIRECTOR DE DISTRIBUIÇÃO EMBORA SEJA UM HOMEM DE GRANDE PORTE ESTÁ FRAGILIZADO E PRATICAMENTE COAGIDO A DAR A CARA POR ESTAS IMCOMPETÊNCIAS. VOU AVANÇAR UM DADO NOVO NESTE ASSUNTO: HÁ 2 ANOS UMA EMPRESA MUNTINACIONAL APRESENTOU UMA PROPOSTA DE DISSALINIZAÇÃO DE ÀGUA EM GRANDE QUANTIDADE PARA AS ILHAS DO SAL, S.VICENTE E SANTIAGO, APRESENTOU O ESTUDO DE VIABILIDADE E DE IMPACTO NA ECONOMIA NACIONAL E, SABEM PORQUE NÃO FOI APROVADO? PORQUE NA ALTURA UM FAMILIAR DO SR MINISTRO DAS INFRA-ESTRUTURAS QUE TEM ACÇÕES NUMA EMPRESA PORTUGUESA DE DISSALINIZAÇÃO QUERIA VIABILIZAR ESTE NEGÓCIO. E COMO PODEM IMAGINAR, OS INTERESSES COLIDIRAM E POR FIM ACABAMOS SEM DISSALINIZADORA E SEM ÀGUA (A HISTÓRIA SOBRE ISSO É COMPRIDA...FICA PRA DEPOIS)
 
João Limajoaolima98@hotmail.com
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Cidade da Praia à Mingua de água por incúria da electra e do próprio governo de José Maria Neves!! O povo já não tem palavras para expressar tanta miséria,injúria, afronta e sufrimento!! Ainda por cima a pessoa da Electra vem pedir desculpas à população! Isto é descaramento a mais! Tratem de trabalhar para merecerem pelo menos o vosso vencimento que afinal de contas não é pouco não!! Tenham vergonha e parem de vez com esta atitude mediocre de sempre!! Estamos todos fartos disso e nem penssem em ir de novo à televisão falar babuseiras. 2011, está pelo caminho mesmo! Era um dos vossos agora vejo que realmente vocês não prestam e que a oposição de que tanto temem e desrespeitam é que tem toda a razão de dizer que vocês não passam de politicos corruptos, parasitas e chulos!! ABAIXO PAICV E O GOVERNO DE JOSÉ MARIA NEVES!
 
cidadon atentocidadonatento@hotmail.com
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Electra é kés doença cronica ca tem cura...paxenxia pa és....
 

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